terça-feira, 7 de outubro de 2014

Gênio indomável

Esse filme foi passado pelo professor de Filosofia , com o objetivo de fazer uma resenha critica. Gostei tanto do filme, e sentir mais saudades ainda do Robin. Ainda não recebi minhas notas mas espero que gostem!

“Em Boston, um jovem de 20 anos (Matt Damon) que já teve algumas passagens pela polícia e servente de uma universidade, revela-se um gênio em matemática e, por determinação legal, precisa fazer terapia, mas nada funciona, pois ele debocha de todos os analistas, até se identificar com um deles.”
E se você fosse inteligente por natureza, só bastava ler uns livros e já teria uma facilidade diante de determinado assunto. Porém, sua infância não foi  das melhores, e por conta dos maus tratos, você não consegue se abrir facilmente. Você poderia ter o mundo em sua mão, mas não sabe exatamente o que quer.  Você poderia ser um Will Hunting.
Para mim,  como qualquer outro filme, esse tem mais de um significado. Não consegui identificar qual deles é o principal ou mais importante. Ao decorrer do filme, você percebe que realmente existem pessoas que fazem coisas brincando, e que não percebem que existem outras milhares tentando ter esse mesmo dom.
 A pessoa abusa de seu dom, sem perceber os esforços das outras, ao mesmo tempo, não liga nem um pouco se fez a questão tão correta que pode mudar o mundo, o que é ridículo, pois como alguém não pode aproveitar um dom com qual já nasceu? Eis mais uma questão, ele não pediu isso, ele nasceu com isso. Ele nunca soube o que queria exato, pois em uma infância traumática, tudo que pensava, era em sua culpa. Nunca tendo um amigo como um irmão, mas é claro que depois ele percebe que existem pessoas que se preocupam, e que morreriam por ele. Ele sempre se afastou, por ter medo de se machucar de novo, por ter medo de machucar também. Sem perceber, ele próprio causa sua própria dor.
Isso situa que as pessoas se fazem de duras, como se fossem superiores, e debaixo de todo aquele valentão, que tenta intimidar os outros, existe uma pessoa triste e medrosa, então só basta falar um defeito e todo seu prédio desmorona.
No filme você pode percebe os sentimentos de Will, ao falar de sua vida, ao mesmo tempo tentando ser forte, querendo esconder seu verdadeiro eu. Quando seu terapeuta fala que “Não é culpa sua”, podemos ver um pouco do verdadeiro Will.
Um problema de alguns superdotados de hoje, ou antigamente também, é  o fato da pessoa não conseguir se relacionar socialmente. Porém, no final do filme, podemos entender que existem outras coisas mais importantes, como ir atrás de quem você gosta. As pessoas tem que saber separar o social do trabalho ou do estudo excessivo e dar preferencia ao que te faz bem.

O filme, pode surpreender.

Tentei não falar spoilers máximo possível! E sim, eu recomendo muito esse filme!

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